Respira o presente. Toca o ar desrevelado. Assoalho. O próximo passo. Não se invade a calma ou qualquer resquício de sobriedade. É quando o copo enche a boca e traga o mar pelas Narinas, um suspiro incandescente e uma pausa inebriada. Se estouram migalhas nos ouvidos. Se fartam as mágoas caseiras. Já se construíam perdoados os que apontam o dedo a frente… E a cara… E os olhos. Caminhos cruzados e perdas. Perdidas as rotas que dão direto ao chão. Cabeças vão rolar, dedos descerão e sob o mar há de ser eu inteiro, quebrado. Nascido e recriado. Construído em finas cascas tirando a fala e ‘eu’- Lírico. Ah, como era bom parar. Por mísera falta, migalhas que faltam. Fartura da falta. Demasiado… Desmaio. Hibridismo enchendo o vazio que não se mistura. A culpa. A falta. Abre-se a boca, abre-se o peito. Sangue corre. Ainda que parado, coagulado. De encontro ao chão Subterrâneo, abaixo da terra, das mentes. do ser. Do eu. Dose que não enche. Gole que não embriaga. Aqui jaz aquele que se esqueceu e se entregou. entregar-se… Tragar-se. Perder-se. A inconsciência e a falta que faz. A incosistência de sí. O corpo que não obedece. Maleducado o que foge da forca. A base do milho… No chão. Contato. Segundos. Pontos. Vazios. Calma. Raiva. Perda. Se os pontos não te acertam. E se não te marcam? Bingo! De encontro a falta, desnivelada. Abaixo. baixo. Cascalhos, agulhas. Perdas. Cascas externas caridosas. Que nos fazemos. A boca que não mastiga. A boca que não diz. A boca que engole. Empurra e urra. Guél’adetro. O que não solta. A que prende. Arrepende. Grito. Calma. Vazios preenchidos. Avessos abertos. Fratura exposta. Alma a mostra. A falta que faz. Sorte. Azar. Ponto. 3. Tremelique. Os que o dão. Os que o salvam. 3. cavalheiro. A mão que se doa. A mão que bofeteá. O que não se salva e culpa o céu. A mais forte. A menos fraca. No fim. Não tem… Fim. Nem preparo. Nem.. Nada. Só… Os destinatários sem endereços. Pausa.


outubro 8, 2011 às 7:49 pm |
essa coisa de ser dá trimilique por dentro……..