c-o-n sequência

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A insuportabilidade zunindo nos tendões, mais uma vez tratara de ignorar. Seus sistemas haviam parado, bem menos tempo haveria de estar agora que cerrei meu corpo ao meio. Verticalmente! – Cerrei meu corpo ao meio. Pensou. E após a mente que não mais obedecia pontuou a frase. Com os dedos vagos vãos pontilhou o corpo, à presepada. Enquanto isso canta escravos de jó em ré menor, situando o serviço escravocrata no contexto. No centro das mãos o ritual, no centro da voz o limiar entre som e morte. Em ré menor, pensou. Dó, vinha de longe do barulho da janela contra vento, cata vento. E o corpo pontilhado. pontiagudo. Era consertável o concerto das formigas que cantavam com as patas do lado de fora. Do lado de dentro outro concerto entre os graves e agúdos, as linguagens binárias que criaram aquele corpo até o dado momento. Dado o momento, pensou. Pensou. E mais uma vez: Pensou: Cerrei meu corpo ao meio.

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